Afinal, como fazer a desinfecção do ambiente hospitalar em tempos de pandemia?

Afinal, como fazer a desinfecção do ambiente hospitalar em tempos de pandemia
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Mais do que nunca, a desinfecção do ambiente hospitalar demanda muitos cuidados. Toda instituição precisa seguir protocolos rígidos para reduzir o risco de infecções. Você sabe o que é mais indispensável nesse processo?

Embora clínicas e hospitais já tenham uma rotina de limpeza, a pandemia de coronavírus exige ainda mais atenção. O uso de tecnologia se tornou, então, um grande aliado, ajudando a controlar diferentes áreas críticas.

E é sobre como fazer essa desinfecção de forma otimizada e segura que vamos falar agora. Confira!

Conheça os principais tipos de desinfecção no ambiente hospitalar

Normalmente, o processo de limpeza de uma clínica ou hospital envolve dois tipos de higienização. A limpeza concorrente envolve a manutenção diária, com reposição de materiais, coleta de resíduos, limpeza de pisos, entre outros. A segunda, chamada de limpeza terminal e desinfecção, foca a diminuição do risco de contaminação, eliminando a população microbiana.

Durante uma situação de alto contágio, como tem acontecido com a Sars-Cov-2, ambos os procedimentos têm sido intensificados. Já se sabe, por exemplo, que o vírus tem resistência de até 4 horas em superfícies, como o cobre, mas que chega a durar 4 dias no aço inoxidável. É por isso que os cuidados precisam ser redobrados em algumas regiões, como maçanetas, corrimões, interruptor de luz, chaves, embalagens de materiais médicos etc.

Segundo a OMS, a limpeza de utensílios e objetos pode ser feita com água e sabão mesmo. O uso de desinfetantes também é uma alternativa, desde que tenha a devida autorização da ANVISA. Além disso, o álcool líquido ou em gel 70% é eficiente. Determinados materiais, como hipoclorito de sódio, quaternários de amônio e compostos fenólicos, embora menos requisitados, também contribuem para a desinfecção.

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Veja quais são os graus de complexidade de cada área

Mesmo que todo o hospital ou a clínica demande atenção, há áreas internas que contam com risco maior. Veja como é feita essa divisão:

  • área crítica — local com alto risco de transmissão de doenças. Por isso, é importante manter a desinfecção do ambiente constantemente. Além disso, equipamentos de proteção, como luvas, máscara, óculos protetores, aventais, entre outros, são obrigatórios;
  • área semicrítica — ambiente onde há risco moderado de infecção. Normalmente, não exigiria todos os equipamentos de EPI, porém, em tempos de pandemia, é importante manter procedimentos semelhantes aos da área crítica. Está relacionado a alguns locais, como consultórios e ambulatórios;
  • área não crítica — mais seguras, incluem locais como o setor administrativo. Elevadores também entram nessa lista. Entretanto, com o avanço do novo coronavírus, tornaram-se mais perigosos para a infecção, demandando higienizações mais regulares.

Para a aplicação de álcool em gel, vale mencionar a utilização de equipamentos mais modernos. Dispensers acionados com o pé, por exemplo, reduzem riscos de infecção e facilitam a limpeza das mãos.

Entenda por que uma boa gestão é essencial para garantir a desinfecção adequada

O investimento realizado em desinfecção de ambientes tende a ser altamente compensatório. Evitar situações de contágio, especialmente de uma doença ainda sem tratamento, contribui para o bom nome e o funcionamento hospitalar. Dessa forma, cabe à gestão saber como organizar custos e otimizar a higienização.

A utilização de equipamentos sanitizadores, ou mesmo de aplicativos que ajudem a controlar o fluxo de pessoas, é uma importante aliada. Aumentar os cuidados antes de qualquer imprevisto é essencial para a saúde tanto da equipe quanto dos profissionais.

Em resumo, a desinfecção do ambiente nunca foi tão importante. Com o aumento dos casos de coronavírus, instituições médicas precisam ser exemplo de cuidados e segurança. Felizmente, conhecendo bem as áreas de risco e utilizando produtos e equipamentos corretos, é possível ter uma higienização adequada.

Você acha que sua clínica ainda precisa adaptar a rotina para esse momento de epidemia? Deixe um comentário falando sobre as suas dificuldades nesse momento e teremos o maior prazer em ajudar!

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