Confira quais são os equipamentos de emergência hospitalar necessários para atendimento!

Confira quais são os equipamentos de emergência hospitalar necessários para atendimento!
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Um paciente sob o risco iminente de morte precisa de uma estrutura hospitalar de qualidade à disposição. Situações como essa alertam para a necessidade de contar com equipamentos de emergência hospitalar realmente capazes de contribuir com o tratamento e diagnóstico. Você sabe quais são os mais indispensáveis?

Quando há uma vida correndo perigo, não há espaço para erros. Por isso, é importante que todo o aparato médico esteja preparado para dar respostas e resultados exatos. Logo, não se pode errar na compra de itens dessa natureza, deixando um dispositivo de fora ou escolhendo uma versão menos confiável, por exemplo.

É sobre como o setor emergencial demanda cuidados e mecanismos específicos que vamos falar hoje. Confira abaixo!

Quais são os equipamentos necessários para atender uma emergência médica?

O atendimento de uma emergência é bastante amplo. Por essa razão, a sua estrutura é regulamentada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). A portaria 354 define todos os requisitos mínimos para um serviço de urgência e emergência, desde os detalhes físicos do prédio até os equipamentos obrigatórios.

A lista é bastante ampla e contempla, inclusive, pormenores como esfigmomanômetro e estetoscópio. Entre os itens de maior porte, destacam-se os seguintes:

  • desfibrilador: responsável por restabelecer o ritmo cardíaco após uma parada cardiorrespiratória, por meio de choques que estimulam a reorganização celular e o bombeamento sanguíneo. É indispensável em diferentes situações de emergência;
  • marcapasso externo: de uso provisório, ajuda a reequilibrar o sistema cardíaco quando não está funcionando de forma adequada. A sua ação acontece por meio de impulsos elétricos;
  • monitor cardíaco: para saber se há alterações a serem corrigidas, é essencial ter total conhecimento de como o ritmo cardíaco está respondendo. Monitores cardíacos — ou multiparamétricos — oferecem essa informação de forma continuada durante o tratamento;
  • oxímetro de pulso: não invasivo, esse pequeno dispositivo é capaz de medir a quantidade de oxigênio no sangue. Os seus dados ajudam no diagnóstico de insuficiência e estresse respiratório. É indispensável em um ambiente de emergência;
  • eletrocardiógrafo: capaz de realizar um rastreamento cardíaco, fornece dados que permitem antecipar diferentes problemas no coração. Por meio do seu uso, é possível acompanhar o feedback de acordo com o uso da medicação.

Vale lembrar que a lista obrigatória proposta pela ANVISA não é utilizada por completo em todo o atendimento. Trata-se apenas de parâmetros e protocolos que podem ajudar em situações emergenciais. Estão ainda incluídos equipamentos de aferição de glicose; cilindro de oxigênio; material para traqueostomia e instrumentos para cirurgia de pequeno porte.

É interessante esclarecer que os centros de atendimento emergencial precisam cumprir requisitos mínimos para receberem autorização de funcionamento. Tanto os equipamentos básicos quanto as medicações e a estrutura são regulamentadas cuidadosamente pela ANVISA e pelo Ministério da Saúde.

Quais são os critérios para escolher os equipamentos de emergência hospitalar?

Os equipamentos de emergência hospitalar precisam ser escolhidos com cautela, não só por conta da legislação específica que regula essa prática, mas também pela sua importância para salvar vidas.

Uma gestão bem-sucedida está diretamente relacionada à capacidade de estruturar setores com eficiência. Na prática, isso quer dizer que a escolha dos aparelhos precisa equilibrar orçamento e qualidade.

No entanto, não é raro encontrar hospitais públicos que realizam compras a partir do preço, especialmente por dependerem de licitação. Contudo, é essencial sempre levar em conta mais que o valor de venda do equipamento em si.

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Considere, por exemplo, que você decide comprar uma impressora de R$100, a mais barata do mercado. Agora leve em consideração o fato de que seu toner vai custar R$600 todo mês. Outra impressora talvez fosse vendida a R$200, mas com toners de R$300. A conta que parecia mais barata não fecha, não é verdade?

Com equipamentos hospitalares, a lógica precisa ser a mesma. Não cabe considerar apenas o custo do aparato, mas toda a manutenção, os insumos e acessórios que o acompanham.

O que acontece é que todas as marcas colocadas à venda no Brasil estão devidamente aprovadas pela ANVISA. Do contrário, não têm autorização para serem comercializadas. Logo, cabe ao gestor responsável pelas compras buscar o histórico do fornecedor e definir o melhor custo benefício a longo prazo.

O que considerar na escolha do fornecedor de equipamentos?

Sempre que existir dúvida sobre onde comprar equipamentos de emergência hospitalar, é essencial primeiro priorizar quem possui um bom histórico. Veja outros pontos que você sempre deve levar em consideração:

  • reputação do fornecedor;
  • estoque para reposições;
  • capacidade de atendimento;
  • pronta resposta;
  • qualidade dos equipamentos;
  • sistema de garantia.

Na DIMAVE, o pós atendimento inclui suporte, assistência técnica e manutenção autorizada, tanto preventiva quanto corretiva. Ter uma equipe para calibração e até mesmo treinamento operacional dos equipamentos é um diferencial importante para a compra.

Lembre-se de priorizar empresas que sigam normas nacionais e internacionais à risca. Esse cuidado garante muito mais segurança na negociação.

Qual a importância de contar com equipamentos médicos de qualidade?

Estruturar a instituição médica com produtos de qualidade faz muita diferença. O primeiro ponto está na percepção dos pacientes. Há muito mais confiança no diagnóstico e na equipe quando a sensação é de estar em um ambiente devidamente modernizado. Utilizar dispositivos de ponta favorece tanto médicos — que terão um resultado mais certeiro — quanto quem está passando pelo atendimento.

Outra questão importante é que um aparelho parado representa prejuízo ao hospital ou à clínica. Logo, adquirir um produto de origem duvidosa coloca o orçamento em risco. Não dá para apostar em uma marca com má reputação, pois o prejuízo de tempo e dinheiro será muito provável.

O que também é essencial é o fato de que um aparato não confiável vai oferecer resultados igualmente duvidosos. Se os profissionais não puderem confiar cegamente em exames e sensores, isso significa que a análise e o diagnóstico tendem a ser comprometidos. Portanto, a qualidade da aparelhagem está diretamente relacionada à qualidade de toda a instituição.

Em resumo, seja em relação a equipamentos de emergência hospitalar ou mesmo para atendimentos eletivos, o que importa é ter fornecedores íntegros e com conhecimento de mercado. Dessa forma, toda a equipe terá condições de trabalhar de forma segura, tendo um setor bem estruturado e com chances reduzidas de prejuízo.

Com mais de 25 de experiência, a DIMAVE está pronta para oferecer à sua clínica os produtos mais bem avaliados do mercado. Para conhecer mais sobre as nossas soluções, entre em contato conosco. Temos uma equipe preparada para tirar dúvidas sobre o que há de mais necessário para sua instituição hospitalar!

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