Instrumentos hospitalares: saiba quais são e como escolher!

113. Instrumentos hospitalares saiba quais são e como escolher!
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Toda instituição médica depende da qualidade de sua estrutura e os instrumentos hospitalares estão no topo da lista de mais importantes. Você sabe quais são os mais indispensáveis?

Embora a necessidade de uma clínica possa ser diferente das demandas de um hospital, há muitos pontos em comum. No caso de procedimentos mais invasivos, ambos vão precisar de determinados tipos de materiais, por exemplo.

Para te ajudar a entender quais são e como escolhê-los, reunimos as informações a seguir. Confira!

Veja quais são os principais instrumentos hospitalares

Antes de qualquer coisa, é importante dizer que existem mais de 10 mil tipos de equipamentos. Os instrumentos hospitalares fazem parte dessa lista. Uma instrumentação adequada é essencial para que cirurgias e outros procedimentos possam ser realizados.

Embora façam parte dos equipamentos, essa é uma classe mais específica, sendo parte do manejo médico. Confira alguns dos principais a seguir!

Bisturi

Para realizar um corte com precisão, o bisturi é o instrumento mais adequado. Ele comumente é considerado em duas partes: cabo e lâmina. O cabo é o local onde as lâminas são encaixadas de acordo com o tipo de procedimento. Se for mais delicado, vai exigir, portanto, uma lâmina menor. Tais lâminas são classificadas de acordo com seu formato e com a utilização.

Atualmente, existe também o bisturi elétrico. Nesse caso, o corte é feito por intermédio de uma corrente elétrica.

Pinças hemostáticas

Especialmente para instituições com procedimentos cirúrgicos, as pinças são indispensáveis. Sua função é ajudar a conter ou prevenir hemorragias. Além disso, elas podem auxiliar no bloqueio de circulação durante uma operação, por exemplo.

Parecidas com tesouras, as pinças têm diferentes formatos. Elas podem ter frisos, com pontas retas ou curvadas. A escolha de utilização vai depender da técnica aplicada. As retas são utilizadas também para dar pontos.

Afastadores

Para melhor visualização de tecidos internos, muitas vezes, é preciso afastar a estrutura corporal. Na prática, é para isso que servem os instrumentos hospitalares chamados de afastadores. Sua função é ajudar a facilitar o acesso à região do procedimento.

Existem diferentes tipos de afastadores, que também dependem da escolha do cirurgião. No entanto, quem geralmente faz a instrumentação são os auxiliares. Para que sejam eficientes, no entanto, esses instrumentos precisam ser de materiais seguros e de alta qualidade.

Tesoura cirúrgica

Além do bisturi, as tesouras cirúrgicas também servem para cortar tecidos. Elas são divididas também em diferentes formatos, de acordo com a sua utilização. Existem as curvadas ou retas, sendo algumas mais delicadas, e outras, mais finas ou fortes. A escolha sempre vai depender do tipo de procedimento e de corte no tecido. É importante, porém, que estejam sempre bem afiadas e com uma manutenção preventiva planejada.

É por isso que o material precisa ser de qualidade. Uma tesoura cirúrgica inadequada pode causar mais traumas desnecessários no tecido. Vale lembrar que existem também outras tesouras que são utilizadas para cortar fios de pontos cirúrgicos e para cortes mais profundos internamente.

Entenda por que você precisa tomar cuidado nas escolhas

Todos os equipamentos médicos da DIMAVE contam com certificações adequadas. Embora isso pareça apenas uma formalidade ou burocracia, na verdade, é uma garantia de qualidade. E é exatamente isso que você precisa buscar nos instrumentos hospitalares.

Considere, por exemplo, uma tesoura que não seja feita de um material inoxidável adequado. Pode ser que, ao longo do tempo, ela sofra com algum sinal de ferrugem ou mesmo que não possa ser esterilizada da forma correta. Isso seria um prejuízo grande tanto para o tratamento quanto para o orçamento.

Quando se trata de material médico, é preciso olhar além de preços e cotações. O custo-benefício é sempre o padrão ideal a se considerar.

Além disso, vale sempre levar em conta as inovações tecnológicas na escolha. Um bom exemplo disso é o bisturi elétrico mencionado na lista. Ainda que a versão convencional seja eficiente, a nova tecnologia permite dispensar a necessidade de afiar, por exemplo. Sem contar que ele oferece um corte mais preciso e exato.

Também vale considerar que a Medicina está em constante inovação. Uma boa gestão precisa fazer com que a estrutura esteja de acordo com o que é mais eficiente.

Confira dicas de como escolher os melhores instrumentos hospitalares

Tanto em relação aos equipamentos médicos quanto em relação à instrumentação, é preciso escolher de forma adequada. E isso significa ter um olhar além do orçamento. Lembre-se do bisturi, que, quanto mais afiado, menor o trauma. Se é possível fazer esse tipo de prevenção, o investimento em boa qualidade precisa ser prioridade.

E, embora sejam até muito simples, os materiais precisam de atenção, assim como outros critérios. Veja exemplos!

Considere o material

É importante sempre avaliar a padronização dos instrumentos médicos. Isso significa considerar o tipo de material e se está de acordo com o que é mais viável para o seu ambiente, seja ele emergencial ou não, por exemplo. Mesmo quando você optar por testar uma nova tecnologia, avalie atentamente os materiais com que ela foi desenvolvida. Essa pode ser tanto uma oportunidade de conhecer as inovações quanto de evitar problemas futuros.

Verifique o registro

Para determinados tipos de equipamentos médicos, existem registros importantes. Não é incomum que instituições busquem instrumentos importados. Entretanto, convém mencionar que muitos nem sempre passam pela devida verificação de órgãos, como a ANVISA. Dessa forma, é essencial confirmar que são seguros para utilização em ambiente hospitalar.

Avalie a relação custo-benefício

O mais barato nem sempre será o mais eficiente a longo prazo. E, em algumas situações, pode até se tornar rapidamente mais caro. Um ambiente médico que tenha um tempo de parada não planejado tende a custar muito mais caro do que um investimento prévio bem planejado. Além disso, vale considerar, ainda, o investimento em treinamentos e as facilidades futuras de ter equipamentos de boa qualidade.

Em resumo, tanto equipamentos quanto instrumentos hospitalares são uma parte essencial da estrutura médica. É por meio dessas ferramentas que diagnósticos se tornam mais confiáveis. Portanto, é assim que a gestão consegue também melhores resultados. Um bom investimento prévio vai tornar os tratamentos mais seguros, deixando a equipe mais bem preparada e tendo pacientes com melhor índice de recuperação.

E se você quer saber mais sobre equipamentos médicos realmente confiáveis, aproveite para entrar em contato com a DIMAVE! Temos uma equipe pronta para esclarecer todas as suas dúvidas!

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