Nanomedicina: confira quais os principais avanços na área

profissional de medicina analisa em um aparelho amostras colhidas a partir dos avanços tecnológicos da nanomedicina

Índice

A ciência tem desenvolvido ferramentas cada vez mais modernas e eficazes. Diante desse cenário promissor, a nanomedicina ganha destaque.

Apesar de ainda não ser muito conhecida no Brasil, essa área vem crescendo aos poucos e vem despontando como uma grande promessa para os próximos anos.

Trata-se de uma ótima fonte alternativa da medicina tradicional e que apresenta muitas vantagens, especialmente quando aplicada na ciência médica.

De um modo geral, essa ciência envolve a produção, a caracterização e a aplicação de nanomateriais, em escalas manométricas e extremamente reduzidas, com o intuito de auxiliar a medicina.

Quer saber mais sobre o assunto? Neste post, vamos trazer um panorama geral sobre a nanomedicina e seu crescimento. Acompanhe a leitura e conheça mais detalhes!

A nanomedicina

A nanomedicina é a junção da medicina e nanotecnologia. Ela é considerada um campo da ciência médica que utiliza a nanotecnologia para a produção de estruturas em escalas nanométricas, ou seja, mínimas.

O principal intuito é criar novos métodos de diagnóstico, identificação e o posterior tratamentos de doenças.

Trata-se de um dos setores mais favoráveis e promissores da medicina atualmente. Isso é confirmado pelo fato de que há uma grande movimentação cientifica, no sentido de reunir esforços para o estudo e a busca de novos meios e tratamentos para a cura de doenças desafiadoras, como é o caso do câncer e da AIDS.

Sendo assim, a nanomedicina é um ramo da pesquisa em saúde que alia a nanotecnologia e a medicina tradicional para efetivar o exato diagnóstico de enfermidades e propiciar o tratamento dessas doenças.

A área da nanomedicina ainda precisa se desenvolver e depende de avanços científicos e tecnológicos. Isso porque ela requer o uso de tecnologia adequada e necessária de modo a produzir o resultado esperado.

A importância da nanomedicina

A nanomedicina desponta como um método revolucionário para impulsionar o desenvolvimento da área da medicina.

A ciência aliada à tecnologia promove diversos benefícios terapêuticos para pacientes, influenciando positivamente no diagnóstico de doenças e atuando na prevenção de anomalias e na promoção e incentivo da saúde humana e do bem-estar social.

O objetivo da nanomedicina

A nanomedicina surge com o principal intuito de elaborar ferramentas que tenham a capacidade de otimizar os diagnósticos e exames clínicos, e, da mesma forma, potencializar os efeitos dos medicamentos utilizados para o tratamento de doenças.

É uma forma de combater problemas de maneira mais eficiente e menos invasiva, em comparação aos recursos terapêuticos convencionais.

O crescimento da nanomedicina pode ser representado por meio de várias aplicações, como a criação de sistemas de liberação de medicamentos.

É o caso da organização de sistemas de nanocarreadores farmacêuticos, como os lipossomas, as micelas, as nanoemulsões e as nanopartículas poliméricas, que apresentam aplicação pulmonar, com o objetivo de garantir o tratamento sistêmico e local de enfermidades do sistema respiratório.

Desse modo, é possível atuar na prevenção e cura de doenças pulmonares.

A proposta da nanomedicina também envolve um conceito sustentável.

Nesse sentido, os novos sistemas utilizam nanopartículas e nano-robôs com o intuito de efetivar tratamentos preventivos de doenças, de modo mais específico, detalhista e sensível.

Tanto é assim que a nanotecnologia já é representada por uma grande variedade de produtos, desde a aplicação em vacinas, cosméticos, medicamentos, aparelhos de diagnóstico e exames de imagem, procedimentos terapêuticos etc.

É o caso do câncer, por exemplo. Cientistas desenvolveram nanopartículas modificadas por quimioterápicos: o óxido de ferro, usado em exames de contraste de imagem em aparelhos de ressonâncias magnéticas, e as partículas de ouro.

O principal objetivo é chegar a resultados com cada vez mais precisão.

A aplicação da nanomedicina

O uso adequado de nanopartículas, nanorobôs e outros elementos em escala nanométrica trazem inúmeros benefícios para medicina. Essa tecnologia tem o poder de curar, diagnosticar e prevenir doenças precocemente e melhorar a qualidade dos aparelhos médicos.

Conheça, a seguir, as principais aplicações da nanotecnologia para a área da medicina.

Elimina o risco de infecções

Um exemplo é a inclusão de nanopartículas de prata e óxido de zinco nos aparelhos.

Em decorrência de suas propriedades antimicrobianas, esses elementos reduzem significativamente os riscos de infecções nos pacientes que foram submetidos a procedimentos médicos.

Isso porque esses elementos têm a capacidade de penetrar no corpo humano e combater infeções, bem como destruir vírus e bactérias e desobstruir artérias.

Além disso, é considerada uma técnica menos invasiva e mais eficiente, trazendo menos riscos aos pacientes.

Tratamento mais eficaz nos órgãos-alvo

A aplicação da nanotecnologia na medicina permitiu a criação de partículas terapêuticas que apresentam afinidade com células dos órgãos-alvo, proporcionando uma melhor distribuição dos medicamentos nos órgãos-alvo.

Ou seja, se torna possível liberar medicamentos nos locais do organismo onde eles são necessários, podendo ser administrados exatamente dentro das células.

É um procedimento mais benefício em comparação com a administração de remédios pela via oral, por exemplo.

Com isso, há menos riscos de que processos farmacocinéticos atinjam outras estruturas do corpo, não comprometendo os rins, fígado e outros órgãos que não fazem parte do tratamento.

Possibilidade de identificação de doenças complexas

Algumas nanopartículas de diamante específicas têm a capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica e acessar áreas remotas do cérebro.

Com isso, se torna possível visualizar as estruturas neurais e neurológicas com mais detalhes, possibilitando o diagnóstico de doenças complexas.

Atuação na medicina preventiva

Uma das aplicações da nanotecnologia está ligada à medicina preventiva.

O intuito é analisar os riscos de desenvolvimento de determinadas doenças por meio do sequenciamento genético e de tecnologias sensoriais.

Um exemplo é o uso de nanorobôs criados para alterar o código genético ou intervir nos neurônios para impedir doenças genéticas, além de facilitar a identificação precoce de enfermidades.

Como deu para perceber a nanomedicina é uma área promissora e tem tudo para crescer ainda mais nos próximos anos.

Essa área que alia nanotecnologia e medicina vem atuando significativamente para melhorar a qualidade dos diagnósticos e atuando efetivamente na prevenção de doenças.

Portanto, não perca tempo e fique de olho nas novas tendências para os próximos anos!

O profissional que atua na área da saúde deve sempre estar atualizado sobre as novidades do mercado.

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