6 segredos essenciais para a preservação de equipamentos hospitalares

6 segredos essenciais para a preservação de equipamentos hospitalares
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A segurança dos pacientes e funcionários de um hospital está diretamente ligada à forma como é feita a preservação de equipamentos hospitalares. Afinal, eles devem estar higienizados e em boas condições de uso para que possam funcionar da melhor maneira possível.

A maioria dos aparelhos utilizados em hospitais é fabricada com tecnologia de ponta e costuma ser composta por peças pequenas e delicadas, que necessitam de manutenção contínua para evitar desgastes e garantir a sua vida útil.

Neste post, você vai saber mais sobre a importância de garantir a preservação dos equipamentos hospitalares e como esse procedimento pode significar uma diminuição de custos com assistência. Está curioso para saber mais? Então, continue a leitura e confira as nossas dicas!

1. Manuseie corretamente os equipamentos

Os funcionários devem saber como manusear os equipamentos da maneira correta, conforme as instruções que constam no manual do fabricante. Caso o colaborador opere a máquina de maneira inadequada, há sérios riscos de danos nos componentes e de diminuição da vida útil do equipamento.

Por isso, é importante ter a certeza de que a equipe responsável pelo manuseio dos aparelhos tem conhecimentos suficientes sobre o assunto e apresenta capacitação específica para isso. Dessa forma, você evita maiores danos e até mesmo a paralisação dos serviços dentro do hospital.

2. Mantenha a higienização dos equipamentos em dia

A higienização é um procedimento que contribui diretamente para preservar os equipamentos hospitalares, aumentar a vida útil e garantir a sua durabilidade. Também é um cuidado que influencia o aumento da segurança dos pacientes e dos profissionais da saúde que atuam manuseando essas máquinas.

O procedimento de descontaminação dos equipamentos deve ser feito de forma periódica. Ele é dividido em três modalidades: limpeza, desinfecção e esterilização. Confira!

Limpeza

Essa etapa consiste na remoção de poeira, pó e sujeira que se acumulam na superfície externa do equipamento. O recomendado é fazer a higienização com pano úmido, água e sabão neutro para não correr o risco de danificar nenhuma peça.

Desinfecção

Esse processo de desinfecção se baseia no uso de produtos especiais, como desinfetante, destinados para a remoção de micro-organismos que podem ser prejudiciais e promover a contaminação do paciente. É importante, principalmente, caso a superfície do aparelho entre em contato direto com o corpo dos pacientes.

Esterilização

É um processo mais completo de descontaminação, tendo o potencial de eliminar a presença de micro-organismos mais resistentes. Geralmente, ela é indicada nos casos em que algum fluido biológico do paciente entra em contato com o equipamento, como sangue e saliva — fato que aumenta as chances de contaminação.

3. Realize a manutenção preventiva

A manutenção preventiva dos equipamentos deve ser realizada com frequência. O ideal é montar um planejamento contendo todas as datas em que esse procedimento deverá ser feito. Essa tarefa mantém a durabilidade dos componentes do aparelho e ajuda a prevenir a ocorrência de falhas.

Esse procedimento tem a função de fazer a checagem de como estão as condições das peças que compõem o equipamento e avalia todo o maquinário, de uma maneira geral. Ele também serve para verificar como está o nível de desempenho e segurança com o intuito de evitar danos.

Muitos fabricantes e fornecedores oferecem esse serviço no momento de aquisição dos equipamentos. Geralmente, os preços são menores e o hospital não terá que contratar uma equipe de manutenção avulsa unicamente para desempenhar essa finalidade.

4. Faça a manutenção corretiva

A manutenção corretiva é feita quando o equipamento hospitalar já apresenta algum defeito ou falha no seu funcionamento. Ou seja, é necessária a realização de reparos para consertar o aparelho e para que ele volte a funcionar como antes. Geralmente, as peças apresentam algum tipo de desgaste, corrosão ou oxidação.

O objetivo é prolongar o tempo de uso e evitar a sua substituição. Nesse sentido, fica mais fácil se programar e ter um controle de gastos maior, contribuindo para que o estabelecimento de saúde tenha um equilíbrio financeiro.

5. Mantenha boas condições de funcionamento

A compra de aparelhos hospitalares para atuar no diagnóstico de doenças e no tratamento é um investimento considerado alto. Afinal, estamos falando de máquinas fabricadas com design moderno, sistemas inteligentes e tecnologias de última geração.

Diante disso, é importante que o diretor ou o gestor do hospital adotem medidas práticas para garantir a segurança adequada desses aparelhos. Para isso, o ideal é escolher um local com boa infraestrutura onde o equipamento será posicionado — iluminação, temperatura, umidade e ventilação na medida certa.

De qualquer forma, o mais recomendado é conhecer as especificações técnicas contidas no manual de cada aparelho e verificar se eles exigem algum tipo de cuidado especial. Desse modo, você garante maior segurança e o desempenho dos equipamentos, reduzindo os riscos de manutenções corretivas.

6. Preste atenção no transporte do equipamento

A forma como os aparelhos são transportados pode influenciar a sua conservação e a sua qualidade operacional. Nesse sentido, o transporte sem obedecer às mínimas exigências de segurança pode ocasionar avarias e danos de componentes, tanto internos quanto externos. Isso pode aumentar a necessidade de manutenções.

Antes de realizar o transporte, a equipe logística precisa analisar alguns elementos, como a inclinação, o tipo e a textura do chão ou piso, a altura e largura da portas em que os aparelhos vão passar, a forma de embalar os equipamentos etc.

O ideal é montar a rota do percurso de maneira otimizada e inteligente. De preferência, faça o transporte em turnos noturnos, pois o fluxo de veículos nas ruas é menor. Além disso, a distância não é o único aspecto que deve ser avaliado. Afinal, o trajeto pode ser repleto de buracos e vias mal sinalizadas e pouco conservadas, o que aumenta o risco de desgastes no equipamento e de acidentes.

A preservação de equipamentos hospitalares vai influenciar diretamente a qualidade dos serviços oferecidos em tratamentos e diagnósticos de doenças. Nesse sentido, o ideal é escolher aparelhos com alta durabilidade e resistência e sempre tomar o cuidado de mantê-los protegidos e realizar manutenções periódicas.

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