Quando usar o DEA? Veja 4 situações

Quando usar o DEA Veja 3 situações

Índice

O Desfibrilador Externo Automático (DEA) é um aparelho de grande importância para situações emergenciais. Saber como usar o DEA faz toda a diferença e pode, inclusive, salvar vidas. É por isso que se trata de um equipamento obrigatório em determinados locais, você sabia?

Portátil, o desfibrilador externo não se limita a hospitais ou clínicas. Por meio de um treinamento adequado, qualquer pessoa pode manuseá-lo em casos de necessidade.

E é sobre em quais situações o aparelho é indispensável e sobre a sua importância que vamos falar no texto a seguir. Boa leitura!

Entenda como usar o DEA

Sabe aquelas cenas de filme em que a pessoa parece estar morrendo e, com a ajuda de um choque, o coração volta a bater? De forma simplificada, essa é a função do DEA. Trata-se de um equipamento de emergência capaz de reverter um quadro de parada cardiorrespiratória.

A ação do desfibrilador envolve o disparo de uma corrente elétrica. Por isso, os eletrodos precisam estar devidamente posicionados para atingir as fibras do coração. Os eletrodos devem ser posicionados com o adesivo direito embaixo da clavícula direita e o esquerdo embaixo do mamilo esquerdo. O ideal é que uma pessoa faça massagem cardíaca enquanto outra prepara o aparelho e posiciona as peças. Dessa forma, o cérebro continua sendo oxigenado, reduzindo o risco de sequelas.

Após o posicionamento, o equipamento vai fazer uma análise do ritmo cardíaco da pessoa. É a partir desses dados que o choque será disparado ou não. Se houver necessidade, é importante, assim como na ficção, garantir que ninguém está tocando no corpo. Do contrário, pode acabar sentindo a corrente elétrica também.

Outros itens importantes para a aplicação são:

  • eliminar pelos em excesso na região do tórax antes da colagem dos eletrodos;
  • verificar que o indivíduo em atendimento não está molhado, pois a água conduz eletricidade;
  • tentar descobrir se a pessoa utiliza marcapasso, o que compromete as informações.

É importante fazer também a retirada de objetos metálicos e, até mesmo, de lingerie com aro, para não afetar a desfibrilação.

Depois de todos os procedimentos, o botão de choque deve ser acionado. Será feita uma única descarga elétrica, e o ideal é esperar cerca de 2 minutos para avaliar novamente os batimentos. É essencial que, quando utilizado por leigos, a ajuda especializada seja solicitada imediatamente, ainda antes da aplicação. Saber como usar o DEA não significa que a ajuda médica não seja necessária.

Saiba quando usar o desfibrilador

Desde o Projeto de Lei 4050/04, é obrigatório ter um Desfibrilador Externo Automático em ambientes com grande número de pessoas circulando. Isso significa uma chance maior de salvar vidas. Desde que, é claro, o DEA seja utilizado corretamente.

Uma boa notícia é que o botão do aparelho nunca vai disparar sozinho ou se os dados não apontarem sua necessidade. Portanto, desde que sejam aparelhos de qualidade, são muito seguros. Na DIMAVE, até mesmo os eletrodos passam por um processo rígido de adequação antes de serem colocados à venda

Com um equipamento de boa procedência em mãos, veja em quais situações utilizá-lo!

1. Em competições esportivas

Alguns locais apresentam um risco maior para o surgimento de paradas cardiorrespiratórias, isto é, são mais suscetíveis ao problema. Em competições esportivas, o cenário também se torna favorável para situações emergenciais. Esses locais, geralmente, além de contarem com um público grande, apresentam diversos aspectos emocionais relacionados ao ambiente e à competição prestigiada no momento.

Dessa forma, o uso do DEA é necessário quando algum eventual problema surgir em centros esportivos ou em competições que tenham uma alta circulação de pessoas, já que o equipamento é eficiente e rápido.

2. Em clínicas de estética

Outro ambiente em que o DEA precisa ser usado é uma clínica estética. Em grande parte desses espaços, ocorrem procedimentos invasivos, sedação dos pacientes e assim por diante. Logo, esses fatores podem desencadear problemas mais sérios, incluindo a parada cardiorrespiratória, o que exige o uso do aparelho.

Quando a clínica tem um desfibrilador automático, o atendimento é mais rápido, o que contribui para a reanimação do paciente até que uma ambulância ou o SAMU estejam no local.

Como o DEA tem fácil operação e é intuitivo, ele pode ser manuseado por um colaborador da clínica que tenha sido treinado para ocasiões de emergência. Então, mesmo que seja leiga no assunto, uma pessoa recebe instruções sobre como agir caso um paciente precise de atendimento imediato.

3. Em empresas

Como mencionado, ter à disposição um DEA em ambientes extra-hospitalares é importante para zelar pela saúde daqueles que frequentam o espaço. Assim, nas empresas, o uso desse aparelho também é relevante. Na rotina de trabalho, diversos imprevistos e acidentes podem acontecer — entre eles, os problemas cardíacos.

Em razão de uma situação referente à atividade exercida ou não, esses casos são comuns e, por isso, a utilização do desfibrilador presta uma assistência adequada rapidamente.

Portanto, ter um DEA na empresa ajuda em diferentes situações, desde em acidentes de trabalho até quando o funcionário manifesta o avanço de doenças, como a arritmia.

4 . Em locais de embarque e desembarque

Tanto aeroportos quanto terminais de metrô, e mesmo rodoviárias, sempre contam com muita rotatividade. Além disso, passar horas sentado numa mesma posição pode desencadear o desenvolvimento de coágulos, por exemplo. Dessa forma, são locais que demandam um cuidado preventivo.

Em se tratando de aviões, há, inclusive, uma proposta para que o DEA se torne obrigatório dentro da aeronave. Para isso, os comissários de bordo seriam treinados para a sua utilização.

Veja como garantir o bom funcionamento do DEA

Além de saber como usar o DEA, é importante ficar atento às práticas de bons cuidados do equipamento. É essencial sempre mantê-lo devidamente carregado e em local de fácil acesso. Além disso, é fundamental lembrar que seus acessórios têm data de validade, incluindo os eletrodos. Na hora de fazer a troca, a DIMAVE conta com eletrodos originais. Portanto, não há desculpa para não fazer a manutenção regularmente.

O ideal é sempre manter o DEA perto de portas e saídas, longe de materiais abrasivos. Também é importante nunca remover as etiquetas que acompanham o equipamento, pois elas trazem informações importantes.

Cuidar do aparelho é tão importante quanto saber como usar o DEA. Isso porque se trata de um aliado capaz de salvar vidas em ambientes fora de hospitais e clínicas. Em casos emergenciais, as chances de salvar a vida da vítima serão maiores se o manuseio for correto. A agilidade também é fundamental para que o atendimento possa ser bem-sucedido.

Viu só como o desfibrilador é essencial? Se você quer saber mais sobre sua manutenção, aproveite para entrar em contato com a DIMAVE! Temos uma equipe preparada para explicar como podemos ajudar no cuidado do seu aparelho!

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