Saiba quais são os equipamentos de UTI essenciais para seu hospital

Saiba quais são os equipamentos de UTI essenciais para seu hospital
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Durante muito tempo, a Unidade de Terapia Intensiva foi encarada com apreensão, como se fosse o fim da linha para o paciente. No entanto, os equipamentos de UTI representam justamente o contrário. Trata-se de um cuidado muito mais específico e eficaz. Por isso, é indispensável que o setor tenha aparelhos eficientes e de boa qualidade.

Na verdade, o que acontece é que uma unidade como essa só pode funcionar se cumprir certos parâmetros. Existe uma resolução oficial da ANVISA sobre quais recursos são indispensáveis. De maneira resumida, toda ala de cuidados intensivos precisa de aparelhagens que possam “substituir” os órgãos no caso de eles falharem.

E é sobre como fazer essa estruturação que vamos falar neste post. Confira!

Como montar uma estrutura de UTI?

Ainda mais do que em outros setores, o processo de montagem de uma UTI precisa ser bastante rigoroso. Os equipamentos, portanto, devem ser de alta qualidade. A compra dos aparelhos para esse setor passa por duas opções mais comuns.

A primeira, para hospitais particulares, é a chamada Compra Direta. Nesse caso, existem linhas de crédito específicas. É possível adquirir toda a aparelhagem por meio de compra consolidada ou como locação e comodato, de acordo com o que for mais eficiente para a instituição.

Já para estabelecimentos públicos, a obtenção dos equipamentos deve acontecer mediante licitação pública. As compras podem ser nacionais ou internacionais, mas dependem desse procedimento administrativo formal.

Quais são os equipamentos essenciais para montar a estrutura de uma UTI?

O projeto de uma unidade intensiva precisa ser devidamente avaliado por uma equipe multidisciplinar. É importante conhecer regras e regulamentos indispensáveis para que a estrutura funcione adequadamente.

Se houver algum monitor faltando, por exemplo, a instituição sequer terá a liberação para funcionar uma UTI. Dessa forma, a estruturação é uma fase que exige uma preparação detalhada.

Embora certos aparelhos complementares sejam importantes, há os que são obrigatórios ao estabelecer o setor. São eles:

  • oxímetro: o equipamento é indispensável para mensurar a quantidade de oxigênio presente no sangue do paciente. O aparelho acompanha ainda sinais vitais e frequências cardíaca e respiratória;
  • eletrocardiógrafo: responsável por acompanhar a atividade cardíaca;
  • cateteres e sondas: para monitorização e administração de remédios e alimentação;
  • desfibrilador: para os casos de paradas cardíacas;
  • ventilador pulmonar: para pessoas que estão com incapacidade respiratória, o ventilador pulmonar promove suporte parcial ou total aos enfermos;
  • monitor multiparamétrico: acompanha funções básicas como saturação de oxigênio e pressão arterial, assim como mudanças nos batimentos do coração;
  • estativa: carrinho que serve como armazenamento para acessórios como sensores, cabos e tubos de suporte.

Nas normativas da ANVISA, estão relacionados ainda itens como estetoscópio, fita métrica, equipamento para ressuscitação manual, entre outros.

O que avaliar para escolher esses equipamentos?

O ponto de partida de qualquer compra hospitalar é avaliar se os produtos têm a devida aprovação e regulamentação. Avalie as padronagens de todos os equipamentos que você precisa. Até mesmo a localização dos aparelhos é relevante para esse setor. Dessa forma, um erro na escolha dos aparatos pode afetar a qualidade do atendimento.

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Os equipamentos da UTI também devem ser aliados da equipe médica. Isso significa que precisam ser fáceis de operar em situações de crise, por exemplo. Por isso, busque soluções já consolidadas e que ofereçam um bom feedback.

Outro cuidado indispensável se refere à facilidade de manutenção. Afinal, de nada adianta ter o modelo mais moderno e não saber como higienizá-lo adequadamente, por exemplo. O equipamento deve funcionar como um facilitador dos cuidados médicos, não uma complicação em longo prazo. Por isso, vale buscar sempre os modelos que tenham suporte técnico garantido.

Qual a importância de contar com fornecedores de confiança e qualidade?

Para um tratamento de alto nível, é indispensável que toda a estrutura tenha o máximo de confiabilidade. E isso inclui um planejamento que considere todo o potencial oferecido pelo fornecedor.

Na prática, isso significa que é importante buscar aparelhos que tenham o melhor custo-benefício também em termos de reposição e manutenção. Fazer as compras em uma empresa credenciada, com os devidos selos de qualidade, é indispensável.

O pós-venda é outro fator essencial, já que a UTI demanda urgência em seu funcionamento. Logo, é importante apostar em corporações que ofereçam um suporte técnico adequado. Na dúvida, busque estabelecimentos:

  • preocupados com padronagens;
  • com conhecimento de normas, diretrizes e resoluções da ANVISA;
  • que tenham experiência no mercado;
  • com uma boa reputação;
  • que ofereçam treinamentos ou explicações sobre o melhor uso dos equipamentos.

Além do cuidado dispensado aos pacientes, é preciso ressaltar ainda que as unidades intensivas representam uma das maiores fontes de renda de um hospital.

Se, por algum motivo, um leito ficar desativado em função de um defeito em algum equipamento, esse descuido pode comprometer todo o orçamento da instituição. Assim, ter um bom fornecedor significa menores chances de passar por esse tipo de imprevisto.

Por que contar com a Dimave nesse processo?

No mercado há mais de 20 anos, a DIMAVE tem excelência na oferta de equipamentos hospitalares. Todos os seus produtos, de origem nacional ou importada, passam por um rigoroso controle de qualidade. Além disso, há um cuidado extra em ofertar apenas aparelhos e itens de alta durabilidade, favorecendo o custo-benefício.

Oferecendo monitores multiparamétricos e desfibriladores, a DIMAVE oferece também acessórios indispensáveis para a UTI. Visto que cada fabricante pode usar diferentes parâmetros, o atendimento da empresa está preparado para ajudar na escolha de cabos, manguitos, sensores ou outro item ideal para o seu aparelho.

Para encerrar, vale reforçar que a unidade de terapia intensiva é um setor que exige ferramentas de manuseio ágil e resultados precisos. Por isso, é importante que todo o processo de sua estruturação seja cuidadoso.

Os equipamentos de UTI servem como substitutos temporários para o funcionamento do organismo do paciente. Portanto, nunca devem ser negligenciados, desde o processo de compra até sua manutenção.

Ficou interessado e quer saber mais sobre como a DIMAVE pode ajudar na montagem de um novo setor? Nós teremos o maior prazer em orientá-lo sobre os melhores produtos hospitalares no mercado. Por isso, entre em contato com nossa equipe!

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