Conheça os 6 principais tipos de reanimadores

Conheça os 6 principais tipos de reanimadores
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Existem equipamentos médicos que são indispensáveis em qualquer instituição clínica. Os diferentes tipos de reanimadores estão no topo dessa lista. Você sabe como escolher?

Responsável por promover uma ventilação artificial, o reanimador é essencial para enviar ar para o pulmão em situações de risco. Dessa forma, é fundamental contar sempre com equipamentos adequados e de boa qualidade.

Para ajudá-lo nessa escolha, reunimos as principais informações sobre o assunto a seguir. Confira!

Entenda em quais situações os reanimadores são utilizados

A necessidade de ventilação artificial existe em diferentes tipos de emergência. Aliada a compressões torácicas, trata-se de uma forma de tentar evitar uma parada cardiorrespiratória completa. É por isso que os diferentes tipos de reanimadores estão presentes especialmente em situações de resgate. As mais comuns que demandam seu uso são:

  • asfixia;
  • infarto;
  • parada respiratória;
  • complicações operatórias;
  • afogamento.

No entanto, ainda que sejam parte essencial dos primeiros socorros, os equipamentos também são muito utilizados em salas de UTI ou de atendimento emergencial.

Saiba quais são os principais tipos de reanimadores do mercado

Chamados também de ressuscitadores, os reanimadores podem ser ligados a fontes de gás oxigênio fixas ou portáteis. O objetivo é manter um fluxo ritmado para o paciente, por meio do enchimento e do esvaziamento da bolsa reservatória.

Existem alguns tipos de reanimadores que tendem a apresentar facilidades no atendimento. Conheça os mais comuns!

1. Reanimador ambu

Sem dúvidas, o reanimador manual ambu é o mais conhecido, sendo sinônimo do equipamento. Fabricado com um silicone que pode ser esterilizado em autoclave, funciona tanto para respiração artificial quanto para reanimação cardiopulmonar. É possível utilizá-lo, inclusive, como uma forma de administrar oxigênio suplementar, dependendo da gravidade do caso. Ele pode ser encontrado tanto em tamanho adulto padrão quanto em uma versão neonatal.

Contando com uma válvula unidirecional e de reservatório, seu uso depende especialmente da boa qualidade do equipamento e também da habilidade de quem está manuseando.

2. Reanimador autoinflável

Com o nome de RM, o reanimador manual autoinflável é chamado também de bolsa autoinflável, hiperinsuflador ou dispositivo bolsa válvula. É um dos principais dispositivos durante uma reanimação cardiopulmonar. Seu funcionamento se dá a partir da autoexpansão quando a bolsa é descomprimida.

Na prática, isso significa que seu funcionamento é mais moderno do que os inflados por fluxo, por exemplo.

3. Reanimador inflado por fluxo

A base de funcionamento dos diferentes tipos de reanimadores é semelhante. O que muda é sua forma de insuflação. Nesse modelo, o primeiro inventado pela Ambu, a sua utilização depende de fluxo contínuo de gás ou necessita de uma conexão com uma rede elétrica.

Convém reforçar a necessidade de, a cada dia, confirmar o seu funcionamento correto. Um cabo comprometido pode se tornar empecilho para que o paciente receba a quantidade correta de oxigênio.

4. Reanimador em peça em T

O reanimador com peça em T está relacionado ao formato da válvula do reservatório de oxigênio. Sua insuflação também depende da presença de um fluxo contínuo de gás ou, ainda, de estar conectado a uma rede elétrica.

Para a sua utilização eficiente, o conector em T flexibiliza o caminho do oxigênio, evitando a perda de gases. O tipo de condutor é indispensável quando se conecta a outros recursos por meio da traqueia.

5. Reanimador portátil

Indispensável especialmente em situações de primeiros socorros, o reanimador portátil permite a facilitação do uso em campo. Faz parte, geralmente, de um kit de reanimação específica, sendo parte também de carrinhos de emergência.

Feito com silicone 100% grau médico, pode receber esterilização por autoclave. Além disso, precisa de conexões que respeitem a ISO 10651-4. Na DIMAVE, todos os equipamentos médicos são devidamente autorizados pela ANVISA, garantindo, assim, sua qualidade.

6. Reanimador manual descartável

O principal diferencial do reanimador manual descartável está na sua facilidade de montar. Ele pode tanto ventilar com o ar ambiente quanto receber enriquecimento de oxigênio. O uso de válvulas serve como conector entre extensão e reservatório de oxigênio, balão e máscara respiratória. Dessa forma, contribui para controlar o fluxo de oxigênio ao paciente.

Esse tipo de reanimador é produzido tanto em tamanho adulto quanto em pediátrico e neonatal. E, como o nome aponta, tem utilização única, precisando ser descartado após o uso.

Para garantir que o tratamento tenha bons resultados, o reanimador precisa estar de acordo com as especificações técnicas do equipamento. Também é importante adquirir aparelhos de acordo com o grau de treinamento da equipe e da unidade de atendimento.

Veja como escolher os melhores tipos de reanimadores

Você já adquiriu equipamentos médicos que tiveram sua vida útil reduzida? Ou que tiveram cabos e conectores de má qualidade? Ficar atento aos acessórios que acompanham os aparelhos é o ponto de partida em qualquer situação. O que acontece é que um bom funcionamento vai sempre depender de boa qualidade, e não apenas da peça principal.

Em se tratando dos tipos de reanimadores, vale considerar, inclusive, o tipo de máscara adquirida. Optar por materiais transparentes, por exemplo, vai permitir uma melhor avaliação das vias aéreas durante o atendimento. Esse detalhe, ainda que pareça sutil, garante uma otimização de tempo.

Também é indispensável considerar se as especificações de tamanho, materiais, cabos, conectores e balões estão de acordo com a Vigilância Sanitária. Na DIMAVE, todos os materiais passam por um rigoroso processo de controle de qualidade. Esse cuidado permite uma maior durabilidade dos equipamentos.

Se você ainda tiver dúvidas sobre o melhor tipo de reanimador, considere também as funções da sua instituição. Uma clínica sem setor emergencial possivelmente sempre vai precisar de enriquecimento por oxigênio na reanimação. Dessa forma, um aparelho auto-insuflável será mais prático. Por outro lado, o reanimador descartável tende a funcionar melhor em Corpos de Bombeiros, por exemplo, onde há menor demanda de utilização.

Em resumo, é sempre importante considerar os tipos de reanimadores que melhor atendam às suas necessidades em longo prazo. Embora os equipamentos sejam semelhantes, certos diferenciais facilitam a sua função, especialmente em locais com maior necessidade de atendimento.

Se você ainda está em dúvida sobre como comprar ou sobre quais são os acessórios médicos de que precisa, aproveite para entrar em contato com a DIMAVE! Temos uma equipe preparada para tirar todas as suas dúvidas e ajudar a entender melhor do que você precisa!

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